Soneto da saudade

25 de abril de 2008 //

~*~Soneto da saudade~*~

Quando sentires a saudade retroar
Fecha os teus olhos e verás o meu sorriso.
Eternamente te direi a sussurrar:
O nosso amor a cada instante está mais vivo!

Quem sabe ainda vibrará em teus ouvidos
Uma voz macia a recitar muitos poemas…
E a te expressar que este amor em nós ungindo
Suportará toda distância sem problemas…

Quiçá, teus lábios sentirão um beijo leve
Como uma pluma a flutuar por sobre a neve,
Como uma gota de orvalho indo ao chão.

Lembrar-te-ás toda ternura que expressamos,
Sempre que juntos, a emoção que partilhamos…
Nem a distância apaga a chama da paixão.

Guimarães Rosa

2 comentários:

  1. Tudo o que tende a ser pop, torna-se duplamente perigoso... os que dizem terem passado a apreciá-lo, assim o fazem como uma extensa mancha de oléo no oceano, causam até uma grande impressão pelo todo que se apresenta, mas não possuem profundidade alguma... com Nietzsche está ocorrendo o mesmo... infelizmente...

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  2. Oi, Lux. Sim, fui eu que escrevi... todos os textos do blog até então, embora tenha já alguns de amigos para postar futuramente... ;)

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