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Galerinha, mais uma vez demorei para aparecer, mas dessa vez não vou pedir desculpa, senão vira clichê. Então que, bastante tempo atrás, a Lara me passou essas perguntinhas e só hoje é que venho respondê-las. Estou pensando em um layout novo e em algum texto legal. Além dessas perguntinhas, o Alan também me indicou dois selos, que vou referenciar no próximo post, prometo. Então, por hoje é só. Beijo a todos.

Dedico à Tay,
Cah e Vanessa.

Imagens: 'red', por~julkusiowa; TEDDY, daqui; 'the only exception', daqui
; 'happy', por ~roarysea; Likes, daqui; 'A arte de sentir', by Adriel; todas as outras, google.
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"sem sofrimento, não há romance".


Seria uma noite irrelevante, sexta-feira daquelas em que saímos para encher a cara e, se tivermos sorte, encontraremos alguma mulher com a qual não acordaremos no dia seguinte. Seria, assim mesmo, nessa conjugação verbal. O roteiro da noite mudou exatamente enquanto eu estava naquela mesa de bar e a reta do meu olhar se encontrou com a reta do olhar dela. Infinito, desde então. Paquera, flerte, ou como quiser chamar, só sei que após algum quarto de hora já estávamos próximos e quase íntimos.

Daí em diante fomos vendaval. Eu tinha a certeza de que entre nós havia mais do que a famosa química. Éramos química, física, geografia e qualquer outra matéria que pudesse ser dita. Éramos sol e lua, frio e quente, amargo e doce. Ela havia chegado e, em pouquíssimo tempo, já havia roubado de mim algo além do desejo. Ladra sem vergonha que fazia meu estômago dar voltas e eu me sentir um babaca apaixonado com apenas uma madrugada febril. Fiz dela o meu país estrangeiro e ela fez de mim o que bem quis. Eu sabia, sabia que estava prestes a agir como uma mulherzinha, mas sim, eu pretendia tê-la mais de uma vez e, quem sabe, por longos anos.

Fiquei louco, insano e ela sorria para mim, ofegante e fazendo charminho com aquelas unhas longas e vermelhas. Pedaços do meu sangue em seus dedos. Um pacto silencioso e até então unilateral. Depois de muita brincadeira, ela dormiu no meu peito e eu respirei, adormeci. Sonhei mais insanidades, talvez um reflexo de carência ou desejo de realidade. Foi real, era real.

Dia seguinte, manhã de sábado e a cama vazia. Meu estranho amor havia escoado pelo ralo, foi levado embora por ela, a ladra que amei por uma madrugada. Acreditei que havia despertado algo nela, um pouco do que ela havia despertado em mim. Levantei e no espelho havia colado um papel que dizia:

"Te faço sofrer com a agonia da espera, mas sofrimento é tempero do romance. O amor é triste e a paixão há de ser como a noite: eterna. Se quiseres a eternidade comigo, assim como quero contigo, me procura. Um beijo, Ana. 35554789"


Em seguida, tudo que ouvi foi sua voz dizendo oi e a eternidade apenas começando.




Texto escrito ao acaso e completamente inspirado por este vídeo aqui, que traz cenas do filme Romance com a música "Nosso estranho amor", do Caetano Veloso.



Imagem: daqui.


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"Oh just to be with you
Is having the best day of my life"
("Thank You", Dido)


Ando mais inconstante do que o normal, chovendo de repente e brilhando sempre. Vivo como o sol que nunca apaga ou enfraquece, mas que às vezes é encoberto por algumas nuvens que chovem apenas para esfriar o chão quente e fazer subir aquele cheiro de terra molhada.

Enrubesço com facilidade. Penso demais e sinto saudade a cada movimento milimétrico dos ponteiros do relógio. Fico maquinando planos, rotas de fuga e milhares de maneiras de alcançar um único objetivo que nós sabemos bem qual é. Olho meu reflexo na aliança em meu dedo e me desmancho em sonhos, cores e melodias que, apesar de tentar, não sei descrever.

É na combinação de nossos tempos e naqueles instantes em que estamos dividindo o mesmo espaço físico que nos eternizamos. São as palavras dos nossos lábios e as imagens que meus cílios guardam, que fazem meu estômago dar aquela reviravolta gostosa. É a rede, a janela, o computador e aquela estrela. São nossas mãos entrelaçadas, os cheiros misturados e os lábios unidos em um beijo vermelho e sem fim que me fazem ficar assim, um pouco tonta, cheia de sonhos, suspirante e ainda mais incompreensível.



Demorei, de novo, mas voltei. Meu pc estava meio maluco, cheio de vírus, coitado, e foi tudo culpa da minha preguiça de passar o anti-vírus. A Lara me indicou para responder um "joguinho" que postarei aqui em breve. Por enquanto, continua a urgência em viver. Agradeço os comentários do post anterior e mando um abraço geral a todos que sempre aparecem por cá.



Imagem: 'Love Upheld', por *deeceemarie.
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Recifense, 29.
Psicóloga, canceriana com ascendente em sagitário. Viciada em café, tentando achar um rumo na vida.

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