"Pois conheço poucas coisas mais esplêndidas, o adjetivo é esse, do que um girassol aberto".
(Caio F. Abreu em 'A morte dos girassóis')
(Caio F. Abreu em 'A morte dos girassóis')
Para onde quer que olhe, está sempre à procura do mesmo. Do olhar que alcança o seu, dos braços que lêem suas linhas e do abraço que preenche os espaços que ficaram desde aquele dia que lembra perfeitamente bem. Gostaria de esquecer, apagar e fazê-lo diferente.
Busca o mel capaz de adoçar toda a sua vida e fazê-la luminosa como girassol. Sabe bem onde está, mas, ainda assim, vive a procurar uma forma de cruzar-lhe o caminho novamente. Sobra tanta falta do que passou e ainda virá. Aquece corpo alma coração na tentativa de não esquecer nenhum fragmento. Pelo contrário, vive a lembrar. Lembra do doce, do rosto brilhando ao sol e o calor daquele corpo-moradia.
Tudo é uma mistura de sensações e realidade. Confusão e saudade, música aos ouvidos e pinturas na imaginação. Lembra, persegue e vive a suspirar...
Busca o mel capaz de adoçar toda a sua vida e fazê-la luminosa como girassol. Sabe bem onde está, mas, ainda assim, vive a procurar uma forma de cruzar-lhe o caminho novamente. Sobra tanta falta do que passou e ainda virá. Aquece corpo alma coração na tentativa de não esquecer nenhum fragmento. Pelo contrário, vive a lembrar. Lembra do doce, do rosto brilhando ao sol e o calor daquele corpo-moradia.
Tudo é uma mistura de sensações e realidade. Confusão e saudade, música aos ouvidos e pinturas na imaginação. Lembra, persegue e vive a suspirar...



