
Freneticamente bailarina
O teatro da vida segue
Seu incessante fluxo finito
O espetáculo não pode parar
E cada momento invade o espírito
A bailarina entra em seu ritmo
Dança sob pés altivos
Cuidadosamente equilibrista
Na linha metálica vermelha como sangue
Ela não pode parar
Não tem controle sobre si própria
O maestro que comanda o ritmo
E a intensidade de sua dança
Cansada e sem forças
O tic-tac do tempo martela
Enquanto sofre
Para todos ela sempre é bela
- Luciana Brito -
O teatro da vida segue
Seu incessante fluxo finito
O espetáculo não pode parar
E cada momento invade o espírito
A bailarina entra em seu ritmo
Dança sob pés altivos
Cuidadosamente equilibrista
Na linha metálica vermelha como sangue
Ela não pode parar
Não tem controle sobre si própria
O maestro que comanda o ritmo
E a intensidade de sua dança
Cansada e sem forças
O tic-tac do tempo martela
Enquanto sofre
Para todos ela sempre é bela
- Luciana Brito -


