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Ajuda-me


Olha-me nos olhos
E através deles mostra-me o amor que sentes
Abraça-me forte
Faz com que eu sinta a segurança
Que estes mesmos braços podem passar
E que preciso tanto sentir
Segue comigo
Mostra meus erros e ajuda-me a corrigi-los
Para que eu não me torne perfeita
Pega-me com força
Enxuga minhas lágrimas
Tira-me da ilusão,
Do sofrimento de ser e não viver
Ajuda-me
Por que sozinha não vou sobreviver.

- Luciana -

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Leve desespero

Na dor de ser mais um humano
O peito dói e o corpo sangra
Uma vida cansada
Que na mesma balada
Segue seu rumo
Incerto e secreto
E na forte tristeza
Vai dando a certeza
De que o tempo corre
E nada lhe socorre.

Lágrimas em uma face triste
Atestando que a dor existe
Persiste e insiste
Em deixar na escuridão
Um ser que no auge de sua emoção
Só deseja voltar-se a um recanto
Que possa acalmar o seu pranto.


- Luciana -

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“Todas as cartas de amor são Ridículas.

Não seriam cartas de amor se não fossem Ridículas.”

(“Cartas de amor” - Maria Bethânia)





Será mesmo que todas as cartas de amor são ridículas como a música fala?



Não acredito que essas cartas repletas de sentimento possam ser consideradas ridículas, pois são escritas em momentos de inspiração e com a mais linda das intenções, que é mostrar ao amado(a) um pouco do seu sentimento.



A forma de escrita vai da mais simples (com pequenas demonstrações de amor) até as mais complexas (cheias de desenhos, perfume, poemas e outras coisas do tipo), das mais distantes (onde o(a) amado(a) deseja conquistar o amor do(a) outro(a) com a tal cartinha) até as mais próximas, onde já há a troca de sentimentos entre ambos, e a carta passa a conter os apelidos carinhosos (e até cômicos, é verdade) pelos quais o casal se chama.



No momento em que são escritas, em que o sentimento está no auge e sendo passado nos mínimos detalhes para aquela folha de papel toda enfeitada, as cartas jamais serão ridículas, serão o mais belo exemplar do amor que alguém poderia fazer para o outro. Mas, quando não há a devida retribuição do ato, quando a pessoa não ama mais o destinatário da carta, aí sim ela se torna ridícula, pois acabou sendo em vão e daí o sujeito se pergunta “como pude fazer isso?”.



Quem já viu um casal apaixonado (estando juntos) achar ridículas as cartas de amor que recebeu de seu amado ou amada?



É impossível, pode até ser que vejam a carta como ridícula, mas ainda sim será linda, pois foi feita pelo(a) amado(a) com todo o seu amor.



E se realmente forem ridículas?

Talvez não mude em nada, pois quem não quer receber uma cartinha ridícula do amor da sua vida?



Ridículas ou não, as cartas de amor são exemplares de um sentimento sublime e isso as coloca acima de qualquer conceito de ridículo.





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Recifense, 29.
Psicóloga, canceriana com ascendente em sagitário. Viciada em café, tentando achar um rumo na vida.

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